17 de mar de 2009

Relações Amorosas entre Trabalhos Academicos. Caruaru, 13 de Março de 2004.

Danilo, Era uma vez um lindo e alegre trabalho de Weber que vivia na terra dos trabalhos sobre clássicos. Lá ele nutria amizades fortíssimas com o trabalho de Marx e o trabalho de Hobbes, e tinha, não podemos negar, uma fortíssima paixão pelo trabalho de Margaret Mead. Infelizmente, o trabalho de Margaret Mead era apaixonado pelo trabalho de Ruth Benedict, e era correspondida apesar da intensa repressão que este tipo de relacionamento sofria naquela época. * Trabalho de Weber era feio, fraco e sem muito conteúdo, sempre andava na casa dos 7,0 ou 7.5, mas era suficiente para ele. Ele não tinha muitas pretensões, além de ampliar o amor que tinha pelas amizades e claro, ajudar as pessoas a entenderem melhor as obras de Max Weber - o suficiente para passar no semestre. FIM Espero que ainda possa te ajudar, desculpa pela demora em te mandar. Beijos.

  • -O tabu inserido nessa relação entre Trabalho de Margaret Mead e Trabalho de Ruth Benedict não é decorrência de questões de sexualidade, já que todo trabalho é masculino, como já dizia o deus dos trabalhos, a Gramática (único ser feminino do universo sagrado deles)**. No entanto, os trabalhos tem uma cultura exogâmica, ou seja, um trabalho de antropologia só pode ter relações com um trabalho de sociologia, história, filosofia, psicologia, etc. Apenas um grupo de trabalho é endogâmico e isso, pode ser a causa de suas visões bastante restritas do mundo. Este grupo compreende os trabalhos de ciência política e direito(...) -A Gramática, deusa máxima da religião dos trabalhos é muito cultuada em várias regiões de forma internalizada, agindo como se ela fizesse parte do trabalho. Em outras áreas, o seu culto, tem um poder muito mais exteriorizado, cabendo aos trabalhos respeitar essas regras, podendo perder conceito se não respeitá-la. Desta forma, podemos entender a Gramática como uma importante estrutura social, instituida pela influente magia da escrita e do conhecimento literário. Em algumas seitas é possivel se notar uma radicalização do culto a deusa Gramática. Diz-se nessas seitas que a Gramática é casada com outra deusa feminina, a regra da ABNT. Sendo assim, não só a Gramática é vista como algo exterior com poder de lei, como as regras da ABNT devem ser também seguidas. Os trabalhos, mesmo que criativos, quando não respeitando as instituições da ABNT e da Gramática, podem ser punidos com o menosprezo, a "nota baixa" e até, o arquivamento ou reprovação. Essas seitas são muito comuns nas regiões motanhosas e frias da Academia e do deserto árido dos Institutos privados de pesquisa.
Bjo, Suco.

1 comentários:

Mirelly Monteiro disse...

ah Daniloo!! tu tem blog tb!!
\o/\o/\o/